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22-Fev-2011 00:00 - Atualizado em 15/02/2017 11:49

A luta mostra quem está contra ou a favor dos trabalhadores

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A presidenta Dilma Roussef precisa urgentemente assumir seus compromissos com os trabalhadores e deixar de lado os interesses dos especuladores, que estão determinando o valor do salário mínimo que o governo deve conceder aos empregados.

Queremos R$ 580, valor que unifica o movimento sindical. O curioso é que ela e o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na campanha eleitoral, garantiram às centrais sindicais que haveria aumento real para o mínimo este ano.

Agora, pressionados pelo mercado que sugere a contenção de gastos, os dois passaram a defender um valor irrisório para o piso. É importante destacar que aumento do salário mínimo não gera custo para o país. Trata-se de investimento.

Isto pode ser comprovado na explosão da crise financeira internacional cujos efeitos não foram tão danosos para o Brasil, justamente por conta da valorização dos salários dos trabalhadores, o que gerou um incremento do consumo interno.

Para alcançar o valor de R$ 580, as centrais sindicais vão para as ruas, mobilizar os trabalhadores e o povo para pressionar o governo e o Congresso Nacional. A idéia é fazer manifestações e passeatas nas grandes cidades e visitar deputados e senadores, solicitando o apoio deles às nossas propostas.

E tem mais: a nossa luta não é só pelo salário mínimo. Exigimos negociar também a correção da tabela do Imposto de Renda (IR) da pessoa física e o aumento das aposentadorias para quem recebe mais de um mínimo.

Portanto, companheira Dilma, você que tem fazer a sua escolha como Lula fez a dele. Ele ficou conosco e deixou a Presidência com quase 85% de aprovação.

Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical