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02-Ago-2011 00:00 - Atualizado em 15/02/2017 11:51

Centrais precisam fazer grandes manifestações

As centrais sindicais e os movimentos sociais precisam organizar manifestações fortes e massivas para conquistar as reivindicações trabalhistas e políticas contidas da agenda unitária da classe trabalhadora. Por isso, os atos marcados para São Paulo, no dia 3 de agosto, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são importantes para o sucesso da luta.

Se forem bem representativos com o comparecimento de dezenas de milhares de trabalhadores vão estimular a sociedade em geral a aderir a esta luta.

Os trabalhadores têm propostas para mudar a economia. Querem o desenvolvimento, o corte dos juros e o crescimento do país com o fortalecimento do mercado interno, valorização do trabalho e distribuição de renda e riqueza. Mudar a política econômica, portanto é fundamental para o bem estar da população.

Não se pode conviver com uma visão equivocada a respeito da abertura do mercado. Importar é necessário para o crescimento de uma nação, porém deve haver disciplina para que não ocorram problemas que atingem inúmeras indústrias brasileiras. A importação desenfreada está fechando muitas delas e causando desemprego.

Em relação às reivindicações mais específicas, aprovadas em junho na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, as prioridades são a instituição da semana de trabalho de 40 horas, sem redução salarial, revogação do fator previdenciário, criação de novas leis para a atividade terceirizada e a inclusão das convenções 151 e 158 da OIT no ordenamento jurídico brasileiro.

A participação do povo nesta luta vai determinar o sucesso ou não da luta por mudanças no país e a conquista de mais direitos trabalhistas.

Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical