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19-Jan-2011 00:00 - Atualizado em 15/02/2017 11:50

Sincomerciários Sorocaba participa de protestos das centrais sindicais pela correção da tabela do IR e mínimo de R$ 580

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Amorim junto aos presidentes da centrais no ato do protocolo da Ação Civil Pública
A diretoria do Sindicato dos Empregados no Comércio de Sorocaba - Sincomerciários Sorocaba, na terça-feira, dia 18, ao lado das Centrais Sindicais CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CGTB e CTB participou do protesto que cobra do governo federal a correção da tabela do Imposto de Renda (IR) na fonte e a elevação do valor do salário mínimo para R$ 580,00. As mobilizações ocorreram em diversos estados do país.

Em São Paulo, a concentração começou no vão livre do Masp e seguiu em passeata até o prédio do TRF (Tribunal Regional Federal), onde a Força Sindical protocolou uma ação civil pública - com pedido de liminar - pedindo o reajuste da tabela que serve como base de cálculo da alíquota do IR de acordo com o índice do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor/IBGE) acumulado em 2010, que foi de 6,47%.

A tabela do IR - que, desde 2007, é corrigida pela meta de inflação, de 4,5% - não teve mudança para 2011. "Vale ressaltar que milhares de trabalhadores passarão a pagar Imposto de Renda após os reajustes salariais do ano passado senão houver correção da tabela do IR", afirma o presidente da Força, deputado Paulo Pereira da Silva (Paulinho).

O presidente Ruy Queiroz de Amorim disse que se o Produto Interno Bruto (PIB) do país aumentou, a economia está acelerada e o Brasil cresceu, porque não aumentar o salário mínimo? Já sobre a tabela do IR, Amorim ressaltou que é uma perversidade arrancar tanto dinheiro do salário do trabalhador tão sofrido. Para o sindicalista, é preciso atenção imediata do novo governo com essas questões.

Manifestações - Além da atividade na Avenida Paulista, as Centrais orientaram as seções estaduais, Confederações, Federações e os Sindicatos filiados que promovessem atos públicos, passeatas, assembleias e outras ações para marcar a data. As entidades também já encaminharam um pedido de audiência à presidenta Dilma Rousseff.

Veja o vídeo.

Site Força Sindical/Assessoria Imprensa SN